Atletas de Chapecó vão disputar o Brasileiro de taekwondo Songahm

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Divulgação/ATA Chapecó

Domingo eu vou pra praia, pode parar tudo eu vou pra praia”, diz a letra da banda Ultraje a Rigor. E neste domingo o time da ATA Chapecó também vai à praia, não exatamente para descansar, mas se desafiar. É mais uma etapa do Circuito Brasileiro de Taekwondo Songahm em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A delegação de Chapecó conta, entre pais, alunos e familiares com 22 integrantes. Eles viajam na madrugada de sexta para sábado, todos competem no domingo. O sábado será dedicado a exames de faixas pretas onde o aluno Cleber Figueiredo buscará alcançar a faixa preta e o instrutor Arnaldo Recchia, o segundo nível de faixa preta.

Todos os anos são três etapas do Campeonato Brasileiro promovido pela ATA Brasil e já é tradição a cidade do litoral catarinense ser a sede da abertura do circuito. Neste final de semana iniciará a temporada 2017 e Chapecó estará bem representada. Serão 18 alunos da ATA Chapecó que vão colocar a prova suas horas de treino.

Experiente em competições, afinal já foi campeã Pan-Americana em 2015, no Chile. A jornalista Andressa Oliveira, 29, não esconde os frios de competir e destaca o quão positivo é participar. “Além das dores de barriga (risos), acho que é única oportunidade de, realmente, conhecer e entender o tamanho da organização, além da chance de conhecer pessoas dos mais diversos lugares que praticam o mesmo esporte”, opina.

Por outro lado a nutricionista esportiva, Raiara Forcelini, 25, vai se desafiar pela primeira vez em Balneário. Ela já participou de outros eventos da ATA, sempre acompanhando a delegação e agora vai ser diferente. “Acho super importante para o crescimento do aluno, pois além de melhorar a interação dele com os colegas, faz com que o aluno tenha que superar os seus limites, dedicar-se e provar a si que é capaz”, conta.

A verdadeira competição acontece no dia a dia, na superação dos mais variados medos e dificuldades, segundo o instrutor responsável da ATA Chapecó, Arnaldo Recchia. “A forma de vencer varia de pessoa para pessoa, existem aqueles que já são vencedores por escolheram sair do sofá e praticar uma atividade saudável para si, assim como vencer para outros é buscar mais uma medalha de ouro”, destaca.

A equipe viaja sem patrocinadores, os custos foram pagos por um Costelão promovido pelos próprios competidores.

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